O grande conforto que a gente encontra na doutrina espírita codificada por Alan Kardec é que não é preciso dizer adeus aos nossos familiares, amigos é até mesmo qualquer pessoa que amemos, que admiremos ou que respeitemos e gostaríamos de não sermos alijados de suas vidas.
Assim é que os pais, os irmãos queridos, primos, amigos, tios, avós, enfim todos aqueles que a gente gostaria de reencontrar um dia, ele nos diz que assim será; que isso será possível.
Até mesmo os escritores, músicos, pintores, filósofos, poetas, celebridades que tenham merecido nossa admiração e respeito e que a gente gostaria de ver de novo, de encontrar um dia, Kardec nos ensina que isso é possível, num mundo que se situa no além e/ou numa das muitas moradas na casa do Pai, cujas moradas foram anunciadas por Jesus Cristo, muito antes dos astrólogos descobrirem os planetas.
O grande conforto trazido por essa crença é que nem mesmo diante da morte do corpo será necessário se dizer adeus; basta apenas um "até breve" ou mesmo somente "até a próxima" que poderá ser a próxima vida, a próxima encarnação ou o próximo encontro no astral.
Não é mesmo muito bom a gente saber que não é preciso que soframos a dor insuperável do "adeus para sempre"?
Isolina Bresolin Vianna