Elize vem dizendo que fez tudo sozinha: matou e esquartejou o marido no apartamento do casal na Vila Leopoldina (zona oeste de São Paulo) e espalhou partes do corpo em Cotia (Grande SP).
Segundo a revista "IstoÉ", que revelou trechos do laudo na edição que começou a circular hoje, os exames de DNA provam que Elize teve um cúmplice no assassinato.
Luciano Santoro, advogado de Elize, disse à Folha de S.Paulo que a interpretação está errada. De acordo com o advogado, dos 30 cotonetes com amostras de sangue coletadas no local, em 28 havia apenas sangue de Matsunaga.
Em outro cotonete, disse Santoro, havia apenas sangue de mulher -provavelmente de Elize, que teria se machucado no esquartejamento. No último apareceu uma mistura de sangue de mulher e de outro homem que não era Matsunaga.
"Eles espalharam luminol e coletaram sangue em vários pontos. Nesse cotonete não tinha luminol. É sangue que estava lá há tempos. Pode ser um monte de coisas. É invenção dizer que tinha outro homem com Elize. É só ver as imagens: no prédio não entrou e não saiu ninguém", afirmou Santoro.
