Johannesburgo - A Promotoria da África do Sul retirou ontem, provisoriamente, as acusações de homicídio contra 270 mineiros em greve que protestavam na mina de Marikana, no último dia 16.
Durante as manifestações, 34 mineiros foram mortos pela polícia. Embora vídeos divulgados na Internet mostrassem policiais atirando nos trabalhadores, que estavam armados com paus e pedras, a polícia alegou que os policiais reagiram ao estar sob risco.
Intensamente criticado, o presidente Jacob Zuma determinou abertura de investigações.