Tribuna do Leitor

Ate quando a saúde?


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Mais uma vítima fatal da nossa falida saúde pública. Até quando aguentaremos esta situação que se desenrola há muitos anos. Os nossos vereadores, que tão pouco podem fazer, deveriam promover uma comitiva de todos com a nossa vice-prefeita que, em sua campanha, disse que tinha caminhos diretos com o governo estadual e federal, e iria aos governos e conseguiria, com a máxima urgência, uma solução para o nosso problema de leitos hospitalares e UTIs.

Vejo que a única saída é a construção de mais hospitais, pois a construções de dezenas de postos de saúde e outras denominações ajudam, mas nunca resolverá o problema sem mais hospitais e conservarem os que temos. Será que estão esperando acontecer uma tragédia para depois correr atrás? A saúde pública de nosso País é renegada a segundo plano. Ao contrário: deveria existir o compromisso de nosso governo de dar a maior verba, pois são seres humanos que a cada dia estão ficando mais doentes e morrendo por falta de assistência. Esses causos de mortes ficamos sabendo pela imprensa, mas e os milhares de seres humanos que estão sofrendo, quase à beira da morte, em suas casas, esperando uma internação ou à espera de um remédio? Se fizerem um levantamento ficaremos assustados. Será que o governo até hoje não se deu conta que em uma humanidade com saúde teremos menos pessoas se aposentando, faltando ao serviço e muito menos despesas para o governo? Com um planejamento mais responsável e realista, pensando no dia de hoje e no futuro, pois há quantos anos não se constrói hospitais, enquanto que para presídios existe o quanto de dinheiro necessitar? Governo, acorda, o nosso povo brasileiro está sofrendo e morrendo à míngua. Vamos solucionar este problema o mais urgente possível. Vocês, políticos e seus familiares, não precisam da saúde pública, pois contam com os melhores hospitais com o dinheiro de seus salários altos, que nós pagamos. Políticos, vamos parar de blá blá blá. Não façam mais a saúde de plataforma eleitoreira e sim de primeira necessidade.


Devanir Alamino - aposentado

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