Os bancários de São Paulo que trabalham em instituições privadas aprovaram em assembleia, na noite de quarta-feira (26), o fim da greve da categoria, que teve início no dia 18. Em Bauru, além dos bancos privados, os funcionários do Banco do Brasil e, por último, da Caixa Econômica Federal (CEF), também decidiram retornar ao trabalho nesta quinta-feira (27).
Na terça-feira, a Federação Nacional de Bancos (Fenaban) propôs ao Comando Nacional dos Bancários um reajuste de 7,5% para os salários, o que representa um aumento real de 2%.
A oferta dos banqueiros agradou a maioria dos sindicalistas do País que sinalizaram o fim da greve. Até o momento, os bancários de instituições privadas de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Rondônia, Roraima e Rondônia confirmaram as perspectivas do Comando Nacional e decidiram aprovar a proposta da Fenaban e voltar ao trabalho quinta-feira.
Em Bauru, os bancários rejeitaram a proposta da Fenaban, mas decidiram seguir a decisão da maioria da categoria em todo o País.
Ao todo, a categoria tem 500 mil trabalhadores no País, sendo 138 mil na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
Na greve deste ano, com oito dias de mobilização, os bancários conseguiram aumento real de 2%.