Tribuna do Leitor

Ao médico


| Tempo de leitura: < 1 min

Por certo, nem te lembras (tão criança
Eras naquele tempo...) e, no entanto,
Um homem, quanta vez, mudou o pranto
De teus pais em sorriso de bonança!

Por certo, nem te lembras (já te cansa
A memória, talvez...) um dia, entanto,
Esse homem teria sido mais que um santo,
Salvando o filho teu - tua esperança!

O bem que se recebe a gente esquece...
Somente a dor jamais será esquecida:
Enfim, quem o curou... desaparece!...

Mas, se este poema, acaso, te enternece,
Ama teu médico, através da vida!
Lembra-te dele, ao menos numa prece!

Salua Mauad Câmera

Comentários

Comentários