O Conselho de Fiscalização do Tratamento de Esgoto realizou ontem sua reunião mensal. No encontro, foram avaliados os balancetes do último quadrimestre de 2011. Mas discussão sobre as fissuras em pelo menos mil metros dos novos interceptores instalados às margens da avenida Nuno de Assis vai ficar para depois. O caso foi denunciado pelo Jornal da Cidade na edição do último domingo.
Presidente do conselho, o contabilista Rui Rocha afirma que os relatórios já foram solicitados ao Departamento de Água e Esgoto (DAE) e estão nas mãos do grupo. É possível que o caso seja levado ao Ministério Público (MP). No entanto, essa avaliação será feita quando o primeiro quadrimestre de 2012 chegar à pauta das reuniões.
As fissuras constatadas pela consultoria já são conhecidas há meses pelo Departamento de Água e Esgoto (DAE) e pelo prefeito Rodrigo Agostinho, que deve chamar a empreiteira responsável pela obra a recuperar o trecho. Segundo o prefeito, inicialmente, o DAE acreditava que as rachaduras teriam ocorrido por falha de instalação, em razão de carga excessiva sobre os interceptores. Mas o laudo apontou que os tubos utilizados apresentaram defeito de fabricação.