Esportes

Do polo aquático para a natação

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 1 min

Hoje nadador, Nabo começou nas piscinas como atleta de polo aquático, modalidade que praticou até os 37 anos, foi técnico e deixou por causa de compromissos profissionais. “Sou da primeira geração do polo aquático do Bauru Tênis Clube (BTC). Fiz a primeira escolinha e, depois de várias gerações, veio a geração do Sapé (José Roberto Franco), que foi aluno meu, do Décio Patelli (árbitro internacional de polo aquático). O Décio inclusive me falou: ‘fui a quatro Olimpíadas e comecei com você’. O Nando (Luiz Fernando Lapo), o Toni Garcia, todos passaram pela minha mão. Isso é alguma coisa que a gente deixou”, relembra.

A maratona entre as viagens, que o trabalho exigia, e a necessidade dos treinos obrigou o jogador a abandonar o polo. “Eu trabalhava fora de Bauru e comecei a fazer treino no sábado e domingo. Chegou uma hora que falei que não dava mais”, recorda.

Seguiu-se uma longa ausência de 40 anos e o retorno às piscinas veio com o incentivo do companheiro de treinos e competição. “O Agnelli ficava sempre no meu ouvido: ‘Nabo, vamos lá’. Ele falava que se inspirava em mim e, hoje, eu me inspiro nele. Ele é um cara que se esforça, leva a sério e a gente tenta acompanhar”, relata. “Eu voltei e nado tudo, quero tirar a diferença”, brinca. 

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