Lendo a "Tribuna do leitor" desta quinta-feira vejo várias notícias sobre derrubada de árvores. Bom, desde quando cheguei a Bauru, em 1996, nunca vi ação nenhuma sobre esta dramática situação, que é a derrubada de árvores. É por isso que Bauru é esse forno de cidade. As pessoas competentes (ou melhor, incompetentes), que deveriam olhar para isso, não estão nem aí. Para a maioria das pessoas a árvore é símbolo de incômodo, faz sujeira, atrapalha a frente da casa aqui em Bauru, que para é terra de ninguém neste aspecto.
Não só a derrubada de árvores, mas o desperdício de água aqui existe: a maioria da população não esta nem aí para isso. Dias atrás faltou água por dois dias aqui na Vila Falcão. Olha que dureza! A sorte é que choveu e deu para armazenar para lavar uma louça, descarga do banheiro... Se não, a coisa estava complicada.
Aqui sempre falta água. Cadê os responsáveis? Quer dizer, irresponsáveis?
O corte de árvores cabe à Semma. Isto só existe no nome, como disse um leitor. Deveria ter uma fiscalização sobre desperdício de água e corte irregular de árvore. Aí temos um prefeito ambientalista... Nossa: imagine se não fosse? Isso aí, na minha opinião, chama cabide de emprego. É como transporte de aves em extinção: cadê a polícia ambiental? Prende os vabagundos. Aí, eles pagam a fiança e estão livres. São realmente leis nojentas. Vão acabar com a natureza. E vocês ainda vão ver coisa pior por aí: o problema do meio ambiente também passa pelas sacolinhas do supermercado.
Paulo Cesar Simões