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Sandy: bauruenses temem por parentes no Exterior

Marcele Tonelli
| Tempo de leitura: 2 min

“Resta-nos esperar e rezar para que todos estejam bem”. Essa frase sintetiza o dilema vivido nos últimos dias por algumas famílias de Bauru que possuem parentes morando ou visitando os Estados Unidos da América (EUA), atingido na última segunda-feira pelo furacão Sandy.

O fenômeno natural, que golpeou o solo norte-americano, deixando um rastro de destruição e até mortes na região costeira, preocupou mães, irmãos, sobrinhos e até amigos de pessoas que residem ou estão em viagem nos locais mais afetados.

“Estou desde segunda-feira (29) à noite tentando ligar para minha irmã para saber como eles estão, mas o telefone não toca”, conta o empresário bauruense Caio Coube sobre a falta de notícias da irmã, Stella Coube, 47 anos, e do cunhado Wagner Jacob, 50 anos, que moram com os dois filhos, Clara e Nicholas, há alguns meses, em Rye Brook, que fica a 40 minutos de Nova York.

“Tia está tudo bem aí? Estou tentando ligar na sua casa, mas uma gravação diz que o número ‘is not avaliable’. Estamos preocupados por causa do Sandy! Mande notícias”, diz uma sobrinha moradora de Bauru, por meio do Facebook, para a tia, que está na cidade em Nova Jersey, também nos EUA.

Sandy, uma das maiores tempestades a atingir os Estados Unidos, provocou alagamentos com níveis recordes de água em Nova York, deixando milhões sem energia elétrica, causando a suspensão de transportes públicos e outros serviços, como as aulas nas escolas.

João Rosan

Jurema Siqueira, mãe de Juliana Siqueira Shayeb, que está morando nos EUA, em Maryland, Stvenson 

Na manhã desta terça-feira, o presidente Barack Obama decretou estado de emergência no Estado. O furacão atingiu terra firme na noite desta segunda-feira como uma tempestade extratropical que atingiu primeiramente a Costa de Nova Jersey.

“A última vez que falamos com a Stella, na tarde de anteontem, eles estavam comprando água e mantimentos para seguir as orientações repassadas pelo governo”, relata Coube, dizendo que o último contato de sua irmã foi com a mãe, que também mora em Bauru.

Após várias tentativas, a família conseguiu finalmente falar com Stella, que informou que a tempestade já estaria passando e que todos estavam bem.

Confira a matéria completa na edição de quarta-feira do Jornal da Cidade

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