Botucatu - Estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), câmpus de Botucatu (100 quilômetros de Bauru), farão um protesto, amanhã, contra a prova obrigatória aos recém-formados do curso de Medicina no Estado de São Paulo. O exame foi proposto pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) que ameaça, também, considerar ficha-suja o formando que boicotar a prova.
O Centro Acadêmico Pirajá da Silva está convocando os universitários para a manifestação, a partir das 7h30, defronte ao local da prova, as Faculdades Integradas de Botucatu (Unifac), na Vila Nova Botucatu. Os portões abrem às 8h30 e fecham às 9h.
De acordo com a estudante Ariane Garcia, do Centro Acadêmico, quem quiser fazer a prova não será impedido. “Queremos mostrar aos formandos e à população nosso desagrado com a obrigatoriedade. Achamos que a avaliação deve acontecer ao longo dos seis anos do curso. Essa prova, copiada do exame da ordem dos advogados, vai criar uma categoria inexistente, a dos bacharéis em medicina”, disse.