Neste ensejo do lançamento global da nova novela, esta que se pode chamá-la igualmente de "salve ogum", os espiritualistas assim nos esclarecem que estes têm as mesmas expressividades no mundo dos "santos". Somente esses, em seus graus de mestres, sacerdotes e também as pessoas espirituais, são compenetrados e cientes do assunto.
Os santos, suas emanações e milagres, relatados e adotados na Igreja, antes de tudo, são formalizações espíritas, mesmo que são expressas em recintos e cerimoniais diferentes, mas têm sido em igualdade de ritos e iniciações, como a evocação aos nossos mortos, a invocação dos santos falecidos, as oferendas de velas, as rezas ou mantras, repetições que em outro lado é chamado de "pontos", que são os rogos para os nossos santos. Nisto temos o padre (pai) do santo de sua paróquia e o pai (padre) de santo de seu centro.
Não há problema algum, com o espiritismo da Igreja, é só reconhecer, pois alguns ramos cristãos o praticam, com os ciclos esotéricos de dias (novenas) e também o espírita é um forte exemplo para qualquer cristão nos itens da caridade e de se estar ligado no mundo espiritual (Salmo 91 e Filipenses 6.12). Esta questão de santos fortes ou não, é uma dotação espírita pela Igreja, pois o Senhor Deus já tem os anjos, para todas as ações devidas, além de ser um desvio do que afirma a Bíblia Sagrada: "Pois também eu te digo, tu és Pedro... eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo que ligares na terra, será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra, será desligado nos céus" (Mat. 16.18,19). É apenas sobre salvação ou perdição, ligado ou desligado do reino de Deus, o que será definido e concluído no juízo final, tão somente.
Mas de outro lado, podemos constatar, verificar e buscar as manifestações dos nossos santos conhecidos nos terreiros, como São Jorge, Santa Bárbara, São Sebastião, São Cosme e São Damião, entres outros, além da Mãe Maria, a mais forte e conhecida por todos nós.
Carlos Roberto dos Santos