Brasília - O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, afirmou ontem que a agência encaminhou ao Ministério de Minas e Energia informações para subsidiar a revisão dos valores de indenização que foram propostas para, ao menos, duas empresas do setor.
Todas as companhias com contratos vencendo entre 2015 e 2017 ganharam, após publicação da Medida Provisória 579, o direito de antecipar seus contratos e prorrogar as concessões por mais 30 anos.
Para fechar o acordo, entretanto, elas terão de reduzir o valor das tarifas cobradas dos consumidores. Ao mesmo tempo, serão indenizadas pelos ativos que ainda não foram amortizados.
No caso da Eletrobras, por exemplo, a empresa esperava receber R$ 30 bilhões, mas recebeu do governo o direito a receber menos da metade, R$ 14 bilhões.