Como faz tradicionalmente em todos os anos, a livraria e papelaria Jalovi (Altos da Cidade) inaugurou ontem à noite seu Natal Mágico, uma espécie de abertura do final de ano bauruense, tamanho seu apelo e prestígio. Em sua oitava edição, o evento que se tornou um dos mais festejados da cidade por sua decoração e festa natalina reuniu centenas de famílias que levaram as crianças para se encantar com a magia do Natal, na quadra 22 da rua Antonio Alves.
O palhaço Faísca foi o anfitrião da festa, que teve como ajudante um grande urso polar do COC/Cisne Real. Com brincadeiras e músicas natalinas, a dupla animou toda a criançada que também desfrutou de algodão doce, pipoca e brindes distribuídos pela Jalovi durante o evento. Ao som de “Noite Feliz”, o público se encantou com a queima de fogos coloridos e, sob a contagem regressiva do palhaço Faísca, todos puderam conferir a iluminação especial e o pomposo Papai Noel com mais de 5 metros de altura que compõem a gigantesca decoração no telhado da loja, junto de soldadinhos de chumbo, espécies de guardiões do espírito natalino.
Podiam-se ver muitas crianças em colos e ombros de seus pais com o objetivo de não perder nenhuma das atrações. Com olhares atentos, ansiosamente esperaram a chegada do Papai Noel, que ao final surgiu com uma sacola cheia de guloseimas para alegria de todos.
Encantados
Luiza Araújo Miranda, de seis anos, estava no colo do seu pai Gustavo quando o Papai Noel chegou. “Pedi um par de patins para ele”, disse, salientando que o bom velhinho não foi o que mais a agradou: “Adorei ver o urso branco, ele é bonzinho”, afirmou.
Com muita disposição, os pais Luiz Fernando e Claudia Nóbrega entraram no clima natalino e levaram os filhos Mateus, de 6 anos, e Ana Letícia, de um ano, para ver o Papai Noele toda movimentação. “É o segundo ano do Mateus e o primeiro da Letícia. Buscamos trazer para nossa família esse espírito de Natal que é tão bonito”, disse Luiz Fernando.
Segundo a sócia-proprietária da Jalovi, Eliane Nelli Lot Vieira, a intenção do evento é resgatar as tradições e o espírito de paz e confraternização de cidades do Interior. “A intenção é trazer a alegria do Natal e resgatar aquele espírito da pracinha de antigamente, quando as pessoas iam ao coreto da praça para comer pipoca, algodão doce e ver a magia do natal acontecer”.
Ela explica que boa parte do sucesso da confraternização é força de vontade dos próprios funcionários da loja, que todo ano abraçam a causa e ajudam a organizar a bela festa, que literalmente parou a quadra 22 da Antonio Alves, nos Altos da Cidade.