Economia & Negócios

Centrais sindicais reivindicam nova redução da taxa Selic

Folhapress
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Após o BC (Banco Central) anunciar a manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 7,25% ao ano, a Força Sindical e a Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) divulgaram comunicados em que defendem a continuidade da queda da taxa de juros.

A Força Sindical afirma que a medida de redução dos juros "ajudou os consumidores".

"A central defende a continuidade da política de corte da taxa Selic junto com outras medidas capazes de estimular os investimentos públicos e privados em vários setores, especialmente na infraestrutura", disse em nota Paulo Pereira da Silva, presidente da entidade.

Já a Contraf-CUT diz, em nota, que "ainda é cedo" para interromper a queda da Selic, uma vez que seis maiores bancos no país (Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Caixa, Santander e HSBC) apresentaram lucro líquido de R$ 25,2 bilhões no primeiro semestre de 2012.

"Os bancos continuam usando truques contábeis para manter os juros e spreads altos, o que inviabiliza o aumento da oferta de crédito, indispensável para fomentar o crescimento econômico do país. Os bancos privados continuam ganhando muito e emprestando pouco. É preciso inverter essa lógica", avalia Carlos Cordeiro, presidente da entidade.

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