Nacional

Dilma promete construir mais 1,4 milhão de casas

Folhapress
| Tempo de leitura: 2 min

Brasília - A presidente Dilma Rousseff disse ontem, durante a entrega da milionésima unidade do Programa Minha Casa Minha Vida, que estão contratadas mais um milhão de casas a serem construídas.

Segundo Dilma, será atingida, até 2014, a meta de 3,4 milhões de moradias prometidas no início do governo Lula. “Para chegar ao ponto de contratar um milhão de casas depois de entregar um milhão é algo a se comemorar, mas não a se conformar. Até 2014, vamos contratar mais 1,4 milhão de moradias”, disse.

A presidente garantiu também um plano de continuidade para que o programa não termine com o fim de seu governo. “Vamos conceber uma nova etapa do programa. Deixaremos ela pronta para entrar em vigência. Seja quem for que governe o país terá que dar continuidade a esse programa.”

Antes do discurso da presidente, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou uma série de medidas que beneficiarão micro, pequenas e médias construtoras (com faturamento de até R$ 50 milhões). As novas medidas resultarão em mais de R$ 3 bilhões em desoneração tributária e crédito de R$ 2 bilhões durante a construção das habitações (leia mais acima).

O objetivo, segundo o governo, é disponibilizar para a construção civil, capital de giro com preços e prazos competitivos, concessão rápida e utilização ágil, simplificada e automatizada.

Segundo Dilma Rousseff, as medidas “reduzem o custo e facilitam a contratação de mão de obra (pelas construtoras)” e beneficiam também o Minha Casa, Minha Vida.

Na cerimônia, foram entregues as chaves das novas moradias a 1.091 moradores nos estados do Rio Grande do Norte, de Pernambuco, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro.

 

Gafe

Brasília - Ao detalhar números e programas do governo federal para pessoas com deficiência, a presidente Dilma Rousseff defendeu na manhã de ontem que metas não são para serem cumpridas mas superadas.

“Meta atingida não é meta boa”, disse a presidente, durante discurso na 3.ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em Brasília.

A cerimônia foi marcada por protestos pela educação inclusiva, tietagem e até gafe de Dilma. Ao usar a expressão politicamente incorreta “portador de deficiência”, a presidente arrancou reclamações da plateia.

Logo após o deslize, Dilma trocou a palavra “portador” por “pessoa” e disse: “Portador não é muito humano, pessoa é, né?”.

Dilma discursou diante faixas e cartazes pedindo educação inclusiva e escola bilíngue para surdos.

Interrompeu a fala para dizer que escolas especiais e educação inclusiva para pessoas com deficiência não excludentes.

Comentários

Comentários