Damasco - A explosão de um carro-bomba matou cinco pessoas e feriu dezenas de outras em Damasco, na Síria, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.
Outro grupo ativista em Damasco não falou sobre o número de mortos, mas informou que corpos ainda estavam sendo retirados dos escombros.
O Observatório também reportou confrontos entre rebeldes e forças leais ao líder Bashar Assad em Damasco, em um distrito próximo ao campo de refugiados palestinos de Yarmouk, tomado pelos rebeldes nesta semana.
O chanceler da Rússia, Sergey Lavrov, disse que o país apoiaria a oferta de asilo de qualquer país a Assad, mas enfatizou que Moscou não tem qualquer intenção de fazê-lo caso ele decida renunciar.
“Se houver alguém com intenção de lhe dar garantias, será bem-vindo”, disse. “Nós seríamos os primeiros a dizer ‘graças a Deus a carnificina acabou’ se ela, de fato acabar”.
Lavrov disse ainda que a Rússia, que tem assessores militares treinando militares sírios, observou de perto seu arsenal químico. Ele diz que o governo sírio realocou os armamentos para apenas uma ou duas localidades por motivos de segurança.
O serviço de inteligência dos EUA diz que o regime de Assad pode estar cogitando o uso de armas químicas contra os rebeldes.