A Polícia Civil, através da equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Bauru, começou a ouvir ontem as primeiras pessoas arroladas no inquérito que apura a morte do mototaxista José Francisco Fogaça de Souza, 50 anos. Seu corpo foi encontrado em um terreno baldio, próximo a um pesqueiro, no dia 5 de janeiro, com sinais de facada nos braços, rosto e barriga.
Apesar das primeiras oitivas estarem relacionadas a pessoas mais próximas à vítima, para a Polícia Civil, o caso ainda é “nebuloso”. “O bem que ele tinha, que era a moto, que ficou no local. Além disso, ele foi morto a facadas. O caso está muito nebuloso e trabalhamos para esclarecer tudo”, afirmou o delegado Cledson Luiz do Nascimento.