Regional

Vistoria aponta afundamento em lagoa de Estação de Tratamento

Da Redação
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Bariri - A vistoria feita ontem na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Bariri (56 quilômetros de Bauru) pelo superintendente do Serviço de Água e Esgoto do município (Saemba), Elias Tonsic, e pelo diretor técnico do Departamento de Água e Energia Elétrica do Estado  (DAEE), Heitor Pelaes, apontaram o afundamento de  uma das três lagoas anaeróbias (a primeira que recebe o esgoto da cidade) e alguns problemas estruturais da ETE, apesar desta lagoa ter sido reformada em agosto de 2010 pela administração anterior a um custo de R$ 38.500,00.

De acordo com Tonsic, a lagoa afundou, apesar da recente reforma. “Ela aparentemente continua cedendo. Há risco de transbordamento do esgoto se houver constantes e fortes chuvas, afetando diretamente as outras duas lagoas”.

O diretor técnico do DAEE, Heitor Pelaes, apontou os problemas desta lagoa que está afundando e a necessidade de obra de reforma, elencando as soluções.

Segundo Pelaes, são elas para a primeira lagoa: realizar pontos de sondagem na compactação da lagoa; erguer o nível do aterro da  lagoa; construir cinta de concreto com guia no local; fazer divisores novos na caixa de areia; construir leito de secagem ao lado da caixa de areia.

Para reformar a lagoa e sanar problemas da ETE, o Saemba agora terá que contratar uma empresa para realização de um laudo técnico da obra e custos.

Tonsic suspeita que o afundamento pode estar ocorrendo causado por indícios da falta de um laudo de sondagem no local antes da construção da estação. A construção da ETE de Bariri começou 2006 e terminou em 2009. Custou R$ 3.197.461,52, recurso do Programa Água Limpa d a Secretaria de Estado de Saneamento e Energia, sendo deste total apenas R$ 20 mil de contrapartida do município.

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