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Neymar reconhece pressão pela conquista da Copa do Mundo

Folhapress
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A 500 dias do início da Copa do Mundo-2014, o atacante Neymar, do Santos, admitiu que os jogadores da seleção brasileira têm consciência que a pressão por jogar em casa será muito grande.

O jogador também afirmou que a Copa das Confederações, que será realizada entre 15 e 30 de junho, será importante para o treinador Luiz Felipe Scolari montar uma equipe já visando o Mundial.

 

"A pressão é muito grande. Não importa onde vamos jogar, sempre há pressão, mas vai ser maior em casa. Temos consciência disso, mas gostamos. É uma pressão boa. Tive a sorte de jogar finais de diferentes campeonatos, e sentir essa pressão de ganhar que é maravilhosa. Estamos preparados para tudo isso, pois o jogador brasileiro aceita com naturalidade", disse Neymar em entrevista ao site da Fifa.

 

"[A Copa das Confederações] É um torneio muito importante, em que vamos enfrentar seleções de grande qualidade. Vai ajudar a nossa preparação para a Copa do Mundo. Temos de aproveitar para montar a equipe com um treinador novo e nos acostumar a um trabalho totalmente diferente. A ideia é fazer isso o mais rápido possível, para o bem da seleção", acrescentou.

 

Neymar também afirmou que ainda não definiu se vai permanecer no Santos após a Copa do Mundo-2014.

 

"Tenho contrato até 2014, mas ainda falta muito para o Mundial. Não sei se vou renovar ou não. É um assunto pessoal que vou pensar com a minha família e com o Santos. É algo que certamente conversaremos mais adiante", declarou o atacante, afirmando que não precisa sair do país para crescer como jogador.

 

"Seja fora ou dentro do Brasil, um jogador pode evoluir e melhorar. No âmbito pessoal, a cada ano que passa sinto que cresço tanto no meu futebol como na experiência acumulada. Há quem diga que é necessário sair pra crescer, mas eu não estou de acordo".

 

Na entrevista, o santista disse que seu momento inesquecível em 2012 foi o jogo contra o Cruzeiro, quando marcou três gols e saiu aplaudido de campo pela torcida adversária.

 

"Naquele momento [dos aplausos] senti uma grande emoção. A verdade é que fiquei muito honrado com o que aconteceu, me marcou muito", completou.

 

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