POR EQUIPES
O departamento de tênis do Bauru Tênis Clube iniciou os preparativos para a realização de mais um Torneio de Tênis por Equipes, que deve acontecer no mês de março. Cada equipe leva o nome de uma empresa (patrocinadora). A última edição do torneio aconteceu em setembro de 2012, e contou com a participação de 40 jogadores, divididos em oito equipes. A equipe “96 FM” foi a campeã da chave principal e a equipe “Lecon”, a vice-campeã. Na chave de repescagem, a “Aiello Urbanismo” foi a equipe campeã e a “Eletro Sem Limites”, a vice-campeã. Interessados em apadrinhar uma equipe, devem entrar em contato com a secretaria do clube pelo número, (14) 3235-0500.
ABERTO DA AUSTRÁLIA
Terminou no último domingo, em Melbourne, o Aberto da Austrália, primeiro torneio do Grand Slam do ano. O campeão de simples foi o sérvio Novak Djokovik, que venceu o torneio pela quarta vez. O britânico Andy Murray foi o vice-campeão. A bielo-russa Victoria Azarenka foi a campeã feminina e a chinesa Na Li, a vice-campeã. Demais campeões e vice-campeões: duplas masculinas, campeões, os irmãos Bob e Mike Bryan (EUA), vice-campeões, Haase/Slisling (HOL); duplas femininas, campeãs, Sara Errani/ Roberta Vinci (ITA), vice-campeãs, Barty Ashleigh/ Casey Delaqua (AUS); duplas mistas, campeões, Jarmila Gajdosova/ Matheu Ebden( AUS), vice-campeões, Lucie Hradecka/Frantisek Cermak (CZE); simples juvenil masculino, campeão, Nick Kirgios (AUS), vice-campeão, Thanasi Kokkinakis (AUS), juvenil feminino, campeã, Ana Konjuh (CRO), vice-campeã, Katerina Siniakova (CZE).
BRASILEIROS NO ABERTO
Os resultados dos brasileiros no Aberto da Austrália foram: Thomaz Bellucci, único brasileiro na chave principal de simples, não passou da primeira rodada, perdendo para o esloveno Kavic Blaz; em duplas masculinas, Thomaz Bellucci alcançou a 4ª rodada (quartas de final); Marcelo Melo, 1ª rodada; André Sá, 2ª rodada; e Bruno Soares, 2ª rodada. Todos jogando com parceiros estrangeiros. Em duplas mistas, mesmo formando a dupla cabeça de chave número 1, ao lado da tcheca Uhlirova, André Sá não passou da primeira rodada; o mesmo aconteceu com Marcelo Mello, e Bruno Soares, campeão em duplas mistas do US Open de 2012 que, jogando na Austrália com a espanhola Garrigues Medina, perdeu na segunda rodada. No torneio juvenil, a maior esperança do tênis feminino brasileiro, Beatriz Hadad, perdeu na segunda rodada. Na chave masculina juvenil, onde o Brasil já foi campeão em 2010 com Tiago Fernandez, dessa vez, não teve nenhum participante.
DUAS CAMISAS
Em entrevista ainda na quadra, para o ex-tenista americano Jim Courier, após vencer o canadense Milos Raonic, Roger Federer foi indagado sobre a razão de estar usando, nos últimos jogos, uma camisa sobre outra, e respondeu sorrindo: “Faço isso porque tenho músculos muito avantajados e preciso mantê-los aquecidos”, continuando “em especial, meu braço esquerdo, que é impressionante, a ponto de assustar os adversários”. Federer é destro e de perto tem um físico normal e nenhuma musculatura exuberante.
COPA DAVIS
Na próxima sexta-feira, sábado e domingo, dias 1º, 2 e 3 de fevereiro, o Brasil enfrenta os Estados Unidos, em Jacksonville (FLA), em confronto válido pela primeira rodada do Grupo Mundial da Copa Davis. Thomaz Bellucci, Tiago Alves, Bruno Soares e Marcelo Melo, são os jogadores que defenderão o Brasil. Pelos Estados Unidos jogarão: Sam Querrey, John Isner e os irmãos Mike e Bob Bryan. As partidas serão disputadas a partir das 16h30 de Brasília, na sexta-feira e também no sábado, já no domingo começam às 14h30. O vencedor enfrenta o vencedor do confronto entre Israel e França. O perdedor, para manter-se no Grupo Mundial, precisa vencer a repescagem contra algum país vencedor de algum “Zonal” (grupo classificatório).
DICA
Quando você está, ainda, iniciando, é natural que queira melhorar todo o seu jogo. Mas, suas prioridades devem ser: 1-Tentar fazer com que a bola toque regularmente bem na área do centro das cordas da raquete. Nessa área é onde se consegue mais controle e velocidade da bola, sem falar que é onde a vibração da raquete (um dos responsáveis pelo “tennis- welbow”, ou dor no cotovelo do tenista) é mínima. 2- Faça o contato com a bola na altura de sua cintura, ou na altura do peito e pouco antes da linha do corpo. São alturas confortáveis e que ajudarão a manter a bola na quadra. 3- Desenvolva um bom trabalho de pés. Você precisa estar bem posicionado para a execução de um bom golpe. Isso quer dizer que: quando a bola vai à sua direção (na mão) é fácil devolvê-la; então, em caso da mesma não se encaminhar a você, é preciso um trabalho de pernas que te faça chegar à bola e se posicionar como se ela (bola) tivesse ido ao seu encontro. 4- Bata o mesmo tipo de bola por inúmeras vezes (o professor normalmente te ajuda com isso); pode não ser emocionante, mas um bom contato com a bola, assim como a habilidade, só se consegue com muitas repetições.
CURIOSIDADE
Durante o jogo válido pela terceira rodada do Aberto da Austrália, disputado entre os franceses Gilles Simon e Gael Monfils, houve um ponto com 71 trocas de bola, um recorde na história do torneio. A maior troca de bolas, em um único ponto, em um torneio do Grand Slam, aconteceu durante o jogo entre o sueco Bjorn Borg e o argentino Guillermo Villas, pela final do torneio de Roland Garros, em 1978, com 86 batidas na bola, cada um. A partida com o maior número de trocas de bola em um único ponto foi em Richmond (Virginia-EUA), durante a realização de um torneio da WTA (Associação das Tenistas Profissionais), em 1984, e envolveu as americanas Vicki Nelson e Jean Hepner, quando bateram na bola por 643 vezes e, segundo dizem, o ponto demorou 29 minutos. Se isto for mesmo verdade, para cada batida, houve um intervalo médio de 2,7 segundos. Então, concluímos que para gastarem esse tempo todo, a cada batida, mandavam a bola a vários metros acima da rede. Já o ponto entre Monfils e Simon, com 71 trocas de bolas, durou 1 minuto e 44 segundos, o que dá um tempo médio de 1,46 segundos para cada batida na bola. O ponto entre Borg e Villas, em 1978, com 86 trocas de bolas, demorou 2min16s, o que dá uma média de 1,58 segundos para cada batida na bola.