Ainda mais com o crescente número de idosos, indo e vindo em nossa cidade, de um lado dá-se graças a Deus que estes podem se locomoverem, mas por isso, acabam-se servindo alguns destes como estorvos, e em servindo-se de nossos coletivos. Despertam a ira de um ou outro motorista. Para mim, em minha idade, o que tornou-se incômodo aparente é a leitura matinal deste Jornal da Cidade sem nenhuma incomodação aos demais, apenas isto que umas senhoras novas, como "donas" do coletivo, juntamente com o seu condutor de prenome Paulo, linha do Jd. América ? Progresso, para "aparecer", dizem aos mais novos, com a passível promessa para as " moças" que aprontaria um dia comigo. Assim o fez, na manhã de 14/01/13, às 7h15, e com a ressalva de eu não ter o cartão-idoso, obrigou-me a passar a catraca bem antes senão não daria a partida do coletivo. E com o coro dos passageiros: "Ei, nego véio, passa! Passa negão!". Após ter ultrapassado a mesma, vim a passar mal, sendo eu socorrido neste, por um jovem de uma empresa de TV a cabo.
Peço providência da Transurb, da própria empresa deste condutor (Paulo), pois nada justifica tamanha humilhação, é uma possível fatalidade, bem digna de indenização que não se paga. Para que aprontar com esse idoso, que pago seu jornal (JC), paga a sua passagem e tudo o mais? Por que esta insanidade?
Carlos Roberto dos Santos