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Blocos carnavalescos tocam de música lírica a rock em todo o País


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Recife - Depois de virar um espécie de ídolo pela atuação como relator do processo do mensalão, o ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa virou uma das figuras mais populares deste carnaval. Teve de máscaras a boneco gigante no tradicional desfile de Olinda. O ministro era uma das 50 personalidades históricas do mundo - como Einstein, Pelé e Michael Jackson - representadas no desfile da Apoteose dos Bonecos.


O carnaval pernambucano teve festas para todo tipo de folião. O Bairro do Recife Antigo, onde estão três polos do carnaval, virou um grande salão de carnaval, com crianças, jovens e idosos. Na noite de ontem, enquanto as crianças participavam de brincadeiras ou dançavam o frevo no polo do Arsenal da Marinha, no Paço Alfândega - cujo forte é a música eletrônica -, o bloco Quanta Ladeira, criado por Lenine e Lula Queiroga, fez a festa de uma multidão com paródias críticas, muitas delas impublicáveis, de músicas conhecidas.


Já o palco do Marco Zero teve a animação de Zeca Baleiro, Titãs e Paulinho da Viola, que foram alguns dos artistas que já se apresentaram até de madrugada. A


Na Bahia, um dos destaques foi o Trio do Forró, que já está tocando no circuito mais tradicional de Salvador. O bloco é formado por um time de forrozeiros, que faz mistura de ritmos.


No Rio, as festas dos blocos continuaram com toda a força - democráticas e com ritmos ecléticos. Ontem, foi a vez de o Sargento Pimenta animar foliões ao som dos Beatles no Aterro do Flamengo.

 

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