Internacional

G20 se opõe à guerra de moedas e não chega a acordo sobre dívida


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O G20, grupo que reúne as principais economias do mundo, declarou ontem que não deveria haver uma “guerra de moedas” e atrasou planos de que sejam estabelecidos novos objetivos de redução de dívidas, em um indício de preocupação com o frágil estado da economia mundial.


As políticas expansionistas do Japão, que deixaram baixar o yen, escaparam das críticas em um comunicado acordado em Moscou pelos responsáveis financeiros do G20, que reúne as economias desenvolvidas, emergentes e que são responsáveis por 90% da economia mundial.


Após conversas mantidas por grande parte da noite, os ministros de finanças e presidentes de banco centrais concordaram com a formulação mais próxima da declaração conjunta da última terça-feira pelo G7, grupo das economias mais ricas e que apóiam taxas de câmbio determinadas pelo mercado.


Um esboço do comunicado visto por delegados na sexta-feira tinha se distanciado do comunicado do G7, mas a versão final incluiu um compromisso do G20 em conter-se ante desvalorizações competitivas e estabeleceu uma política monetária que possa apontar para a estabilidade de preços e crescimento.


“Essa linguagem foi reforçada em nossas discussões na noite passada”, disse à imprensa o ministro canadense de finanças, Jim Flaherty. “É mais forte do que era, mas à noite ficou bastante claro que todo mundo na mesa quer evitar qualquer situação de dispunta monetária”.

 

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