Ao ler sua carta sobre o corte das árvores da ex-Luso, me senti encorajada para denunciar a forma que alguém está usando para se livrar de uma árvore, sem ter que responder perante aos órgãos diretamente responsáveis, ou justificar o seu possível desaparecimento.
Por favor, drª Alzira, órgãos do Meio Ambiente, SOS Cerrado e outras ONGs, façam uma visita até a rua Fuas de Mattos Sabino, num terreno baldio e bem cuidado, ao lado da residência 2-25, e observem as árvores que estão na calçada. Uma delas é vítima da crueldade humana.
O caule da árvore está sendo, longitudinalmente e aos poucos, queimado. Parte da árvore ainda resiste ao incendiário e mostra a força de sua natureza. Mas o incendiário não para. Tenho fotos de quando a chaga da queimadura era menor. Acredito que a oportunidade chegou por meio de você, minha amiga.
Convido aos que puderem, para que deem uma passadinha no endereço citado e comprovem o fato acontecendo. Atenciosamente.
Profª. Drª Terezinha S. Zanlochi