Bairros

Represa do Zoológico Municipal ainda não se recuperou do assoreamento totalmente

Vitor Oshiro com Redação
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Um dos casos mais emblemáticos de assoreamento em Bauru foi o da lagoa do Zoológico Municipal. O problema começou após a intervenção da Centrovias para melhoria da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, que liga Bauru a Jaú, e durou anos.

Com as obras, foi provocado o carreamento de solo pela água da chuva em área da reserva legal da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Toda a areia levada pela enxurrada acabava na represa do zoológico, que começou a ficar assoreada.

A Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) determinou que a Centrovias revertesse, em 2010, o processo de assoreamento que praticamente “matou” a represa.

“Foram quase seis anos de briga na Justiça. Enquanto isso, a lagoa sofria. O problema não existe mais e a já há boa quantidade de peixes. Mas só o tempo vai estabilizar toda a biodiversidade. A represa ainda não se recuperou totalmente até hoje”, conta diretor do Zoo, Luiz Pires.

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