Que prazer sentimos ao ver que pontos de vista e de vida que adotamos são aceitos e repercutidos. Foi com grata satisfação que li as cartas que duas valorosas e inteligentes mulheres bauruenses escreveram no JC do dia 7/3, véspera do Dia Internacional da Mulher: prof. dra. Teresinha S. Zanlochi e Dora Canaver. Por concordar com tudo que disseram, peço licença para, também, assinar suas cartas.
Volto a indagar: por que o prefeito ambientalista de Bauru não toma providências para que tenhamos uma cidade mais arborizada? Por que permite a destruição que vem ocorrendo em seu governo? Já que, dizem, pretendem remodelar a avenida Rodrigues Alves, por que não plantar no seu canteiro central árvores que tenham copas frondosas para que nos deem sombra e frescor, como era antigamente? Só não vê quem não quer que a cada árvore destruída para rebaixamento de guias colocam em seu lugar, quando colocam, um coqueirinho ou arbustinho.
Gostariam de saber o final da estória que contei na minha carta anterior? Eu a escrevi enquanto ouvia o barulho ensurdecedor do motosserra e cliquei enviar. Acontece que, quando estavam serrando as raízes, cortaram o cano de água que passava próximo à sarjeta surgindo um enorme chafariz na calçada barrenta. Fui tirar fotos do espetáculo quando veio ao meu encontro o motosserrador (deve ser perito nisso) trazendo nas mãos a autorização da Semma. Eu lhe perguntei se a autorização era para serrar o cano também! Horas depois vem o DAE consertar o estrago. Quem vai pagar toda essa despesa?! Nós, lógico!
Alzira Garcia