O deputado Marcus Feliciano, eleito presidente da comissão de direitos Humanos do Congresso, que também é ou foi pastor, é acusado de racismo por ter afirmado que "Noé amaldiçoa um descendente de Noé que veio a dar origem aos africanos". Ocorre que os acusadores e patrulheiros não sabiam que Feliciano é pela definição em voga "afrodescendente", filho de mãe mulata e criado por padrasto negro, e que teria em um vestibular o direito a uma vaga por cota.
Também foi acusado Feliciano de ser um perseguidor de homossexuais, porque define como qualquer pastor ou o papa Bento XVI e qualquer outro padre ou bispo não simpatizante da pedofilia e nem do praticante do homossexualismo também diria.
Não tenho pelo deputado Marcus Feliciano nenhuma simpatia, não votei e nunca votaria em alguém do seu perfil e acho deplorável seu estilo de fazer política e conseguir votos em sermões misturando sagrado e profano. Acho ele e outros de seu estilo verdadeiros mercadores do evangelho de Cristo. A cena divulgada na imprensa de um cartão de crédito demonstra o quanto Feliciano era e é um aproveitador surfando na onda do evangelho.
Ainda como pastor deplorável o seu pouco conhecimento da Bíblia e da história, pois o filho de Cam amaldiçoado foi Canaã, que gerou os cananeus, um povo inimigo de Israel, que habitava o Oriente Médio e nunca negros ou africanos. Parece mesmo que o deputado aprendeu sobre a Bíblia em séries da TV Record.
Ademais, a culpa de ele ser presidente desta que importante comissão sem o menor preparo e condição moral e intelectual para tanto é do PT, que fez acordo com seu partido nanico para tanto em pagamento ao apoio dele à presidente Dilma, durante a eleição passada, e já visando à próxima. Ademais, por que só Feliciano, se Chalita é presidente da Comissão de Educação, se Renan é presidente do Congresso e João Paulo aparece saltitante na propaganda do PT e Genoíno (o falso) assume a cadeira de deputado?
Márcio M. Carvalho