Outro dia passei por aqui expondo opinião pessoal sobre as religiões, crenças e outras denominações afins. Em outras palavras, afirmei que além de meio de vida a alguns, outros a utilizam para dominar pessoas menos avisadas cuja aceitação de sua principal condição (humano falível), é objeto de manipulação de sua espiritualidade e valores morais, que acabam influenciando sistematicamente na cultura do seu povo.
Os catedráticos, cardeais, pastores, presbíteros, e naquele texto usei como exemplo o ato de renúncia do papa, simplesmente pelo fato de ser o assunto do momento, só a critério de ilustração e para melhor fixar ideias, algum desatento e incauto de interpretação entendeu que minha formação acadêmica na me dá condições de apontar o dedo para eventuais defeitos da religião católica apostólica romana.
Em que pese existirem em todos os sistemas falhas passíveis de correção e adequação, minha cátedra me permitiu saber que o direito de expressão, senão o principal é o meio mais eficaz e poderoso a correções de sistemas instituídos nas democracias, doa a quem doer. As discussões públicas de temas polêmicos, tais como religiosidade, racismo, homossexualidade e caráter servem para conduzir à coletividade a formação de opiniões concisas e acertadas. O nada, o não e o ninguém, estou bem atrás deles, no entanto, penso, logo existo. Como na reeleição partidária brasileira, o conclave reiterou o erro. Apesar de não acreditar na existência do pecado, peço as opiniões divergentes que me perdoem!
Valdemir Pereira ? advogado ? email: drv-pereira@hotmail.com