Polícia

Engenheiro nega agressão gratuita contra empresário

Da Redação
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O engenheiro de 29 anos que teria agredido, há uma semana, um empresário em frente à Universidade de São Paulo (USP), nega a versão apresentada à polícia pela parte contrária. Ele, no entanto, admite o desentendimento. Conta que todo o problema começou quando, por pouco, não teria sido atropelado pelo veículo conduzido pelo empresário, ao atravessar a rua Albino Tâmbara.

O engenheiro argumenta que cruzou a via porque iria pegar água em uma academia próxima. Diante do risco de ser colhido pelo carro, xingou o empresário que não teria respeitado a preferência do pedestre. Como o motorista teria respondido de forma ofensiva, ele correu atrás do automóvel, que entrou na USP. “Estavam ele e mais um amigo. Partiram para cima de mim. Eu só me defendi. Acabei dando uma rasteira nele, que caiu em cima do ombro e se machucou. Funcionários que estavam fazendo uma obra no local viram tudo”, comenta. Por conta da confusão, seguranças da USP acionaram a Polícia Militar (PM) e o Samu.  “Como ele estava mais machucado do que eu, se colocou no papel de vítima. Enquanto me levaram para a delegacia, danificaram meu carro. Furaram os quatro pneus com faca, quebraram o parabrisa e quebraram o retrovisor. Também furtaram duas mesas, duas cadeiras, dois banquinhos”, disse.

 

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