Internacional

Chanceler diz que Dilma ficou em hotel por falta de embaixador

Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min

O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse ontem que a presidente Dilma Rousseff decidiu ficar em um hotel, e não na residência oficial da Embaixada do Brasil em Roma, porque a missão está em um período de transição entre embaixadores.

Anteontem, a Folha informou que foi opção da presidente ficar no hotel Westin Excelsior, em Via Veneto, um dos endereços mais sofisticados de Roma, ao invés da residência oficial, um amplo palacete que fica no centro histórico de Roma e que costuma receber mandatários do país.

Ele descreveu a situação como normal. “Não existe vazio. Qualquer chancelaria no mundo enfrenta a mesma situação: a rotação de embaixadores em intervalos regulares. O Itamaraty está acostumado a isso.”

Mais cedo, a Secretaria de Comunicação Social, havia dito que a comitiva ocupou 25 quartos do hotel, e não 52.

No entanto, conforme afirmou a reportagem, se hospedaram no Westin Excelsior, além de Dilma, assessores, ministros e seguranças, num total previsto de 30 quartos, e outros 22 quartos, para pessoal de apoio, ficaram em outro local próximo.A diária da suíte presidencial custa cerca de R$ 7.700, enquanto o quarto mais barato fica por R$ 910.

Comentários

Comentários