Tribuna do Leitor

Independência


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Seria uma morte para mim morar nos seguintes países: Cuba, Venezuela, Coreia do Norte, Rússia e outros da mesma política dominante. Países hoje falidos e necrosados pela política dos socialistas de esquerda e bandidos que roubaram a liberdade do ser humano, coisa que Deus deu e ainda pediu para serem usadas pelo mundo afora, como forma de gerar riquezas e trabalho para todos. Aqui no Brasil já vem se iniciando o mesmo processo de destruir o trabalho, a iniciativa, a inteligência e capacidade própria de desenvolvimento das mentes. A grande maioria hoje apoia ser mantido pelo Estado, arrecadação extorsiva de impostos e a maior indústria que é a da multa.

Como exemplo é a do trânsito, que não disciplina, não cria mecanismos de controles tanta da velocidade como da arbitrariedade, pois interessa muito mais o dinheiro da multa, não a cultura e a educação. É lamentável, mas ainda tem quem apoia, talvez por falta de capacidade e de visão, e para quem achar ruim que a carapuça lhe sirva! Eu tenho que falar porque estou escrevendo, pois a minha experiência é bastante grande, principalmente de vida e de capacidade. Fundei uma empresa no ano de 1986, e está ativa, só 2% sobrevivem mais de 20 anos, e a minha já tem 27 anos de muito trabalho.

Informo ainda que rodei mais 3 milhões de quilômetros, em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e outras. Eu não desejo ser um homem comum. É direito meu ser fora do comum, se possível. Procuro a oportunidade, não a segurança. Não desejo ser um cidadão mantido pelo Estado, humilde e apagado. Quero correr risco, sonhar e construir, fracassar e ter o sucesso. Recuso-me a trocar por subsídios minha iniciativa.

A minha subsistência garantida prefiro os desafios que a vida trás, prefiro o entusiasmo da realização à calma estagnada da utopia. Não trocarei a liberdade pela beneficência, nem minha dignidade pelo seguro. É meu privilégio pensar e agir por mim mesmo, gozar os benefícios das minhas próprias criações, e encarar de frente o mundo dizendo: isto foi eu que fiz. Finalizando, sou filho de lavradores e imigrantes que trabalharam pela grandeza deste país, e dia 19 de abril vou completar 71 anos e ainda estou trabalhando, pois várias pessoas dependem da minha iniciativa e trabalho, e não tenho medo de morrer, tenho medo de ficar vivo e não viver! Ser dependente de bolsas ou preso em cima de uma cama seria o meu fim!

Benedito Anselmo Filho

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