Regional

?Sumiço? de comerciante de Bauru em vicinal de Jaú intriga a polícia

Lilian Grasiela
| Tempo de leitura: 2 min

A Polícia Civil de Jaú (47 quilômetros de Bauru) tenta esclarecer o mistério envolvendo o sumiço do comerciante bauruense Fernando Antônio Branco, 38 anos, dono de tradicional restaurante e marmitaria na Vila Souto, na região da Vila Falcão. O carro dele foi encontrado na terça-feira (16) de manhã, intacto e com a chave no contato, abandonado em um matagal às margens da rodovia Engenheiro Paulo Nilo Romano (SP-225), que liga Jaú a Brotas.

Reprodução/Facebook

Amigos, familiares e a polícia procuram Fernando Branco

Segundo a Delegacia de Investigações Gerais/Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DIG/Dise) de Jaú, onde o desaparecimento do comerciante foi registrado, a esposa estranhou o fato de Branco não ter chegado ao restaurante no horário de costume, entre 6h45 e 7h, e entrou em contato com o pai dele, que não sabia onde o filho estava.

Por volta das 11h30, durante vistoria de rotina, o fiscal de uma usina encontrou o veículo do comerciante, o Golf de cor prata, placas CTI-1067, de São Paulo, abandonado num matagal distante cerca de cinco metros do acostamento da rodovia, na altura do quilômetro 170 mais 300 metros, e acionou a Polícia Militar (PM).

O carro estava intacto, com as portas abertas e a chave no contato. Dentro dele, foram encontrados um aparelho de som automotivo, notebook, mochila com documentos, inclusive do Golf, e um só pé de tênis. Como o veículo não estava no nome de Branco, a polícia só conseguiu localizar seus familiares por meio do cartão da seguradora.

De acordo com a DIG/Dise, o pai e o filho do comerciante estiveram no local. “O veículo não tem marca de violência, não tem vestígio de sangue, não tem vestígio de acidente, não tem vestígios de amassamento ou de alguma luta corporal que tenha ocorrido lá dentro”, conta. O Helicóptero Águia sobrevoou a região, mas Branco não foi encontrado.

A delegacia especializada informou que, por enquanto, é prematuro dizer o que pode ter acontecido, já que familiares descreveram o comerciante como uma pessoa tranquila e sem inimigos. Hoje, os policiais vão realizar diligências para tentar encontrar pistas que possam levar ao esclarecimento do caso e à localização dele.

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