A Diocese de Bauru se manifestou publicamente ontem acerca de alguns veículos de imprensa que insistem nas manchetes “Padre é excomungado por defender homossexuais”.
Por meio de comunicado oficial, assinado pelo próprio clérigo especialista em direito canônico que aplicou a sentença ao padre Roberto Francisco Daniel, o padre Beto, demitido do sacerdócio e excomungado da igreja anteontem, a Diocese de Bauru atesta que o então padre foi punido por “infidelidade ao Magistério da Igreja e insubordinação”. O juiz instrutor, que, segundo as leis da Igreja, não pode ter a identidade revelada, afirma, em nota, que a excomunhão de padre Beto ocorre em virtude da “contumácia (obstinação) num comportamento que viola gravemente as obrigações do sacerdócio que ele livremente abraçou”.