Ao estarmos vivendo sob a égide do "humanismo", contemplamos uma série imensa de certos idealismos que tendem serem absolutos.
Em Bauru um brilhante e obstinado pároco fora mui aclamado, no interior de uma paróquia, ao ter feito as suas proclamas de um certo tipo de amor, com a exigência de que a Igreja discuta e faça abertura as tais liberalidades sociais, perfazendo assim uma novíssima doutrina eclesiástica para que seja uma igreja mais humanística.
Diferenciado este de seus colegas sacerdotes, que em suas quedas sexuais confessam, aceitam corretivos, as cruciais transferências e outras decisões superiores, sem petulância ou obstinação. Ainda assim são malhados pelos adeptos deste senhor recalcitrante, pregador de um certo aspecto de amor. Amor este direcionado somente às necessidades próprias, coisas estas que até nós mesmos gostaríamos de somar as nossas fraquezas e tentações que não conseguimos dominá-las, então as teremos por normais e aceitáveis ao Senhor Deus, a Igreja e à toda sociedade.
Nosso personagem (agora a nível mundial) fez assim incrementar esse erro crasso, que um cristão é automaticamente homofóbico, como um "skin head" qualquer, a caça de homossexuais, sem conotar o amor que temos, como seres humanos que são, não concordando apenas com os seus atos, ainda que sejam íntimos e não em público.
O Cristianismo em si tem base lógica: temor, vida, fé e amor. vejamos: aos Romanos cap. 1, 25 a 28 ? "Pois mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador que é bendito eternamente. Amém! Pelo que Deus os abandonou as paixões infames, porque até as suas mulheres mudaram o uso natural.
No contrário À natureza, e semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro e, como eles, se não importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convém" ? Apóstolo Paulo aos Romanos Cap. 1, 25 a 28.
Carlos Roberto dos Santos