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Valor de remédios varia até 1.129% em SP, aponta Procon

Folhapress
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Os preços dos medicamentos genéricos podem ter variação de até 1.129,21% na cidade de São Paulo, aponta pesquisa do Procon-SP, divulgada ontem. Entre os medicamentos de referência, a variação chega a 280,03%.

Já na comparação de preços entre os dois tipos de remédios, a pesquisa revela que, em média, os genéricos custam menos da metade que os de referência. A maior disparidade de preço entre os genéricos foi registrada para o Paracetamol (200 mg/ml, gotas 15 ml), que de R$ 0,89 em um estabelecimento, chega a custar R$ 10,94 em outro.

Para os medicamentos de referência, o Amoxil (Amoxicilina, Glaxosmithkline, 500 mg, 21cápsulas) apresentou maior diferença de preço. Foi de R$ 14,67 a R$ 55,75. “Essas variações só confirmam o que sempre orientamos ao consumidor: pesquisar é uma poderosa ferramenta para que o consumidor economize e evite os abusos praticados no mercado”, afirma o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes.

A pesquisa foi realizada em abril e envolveu 15 drogarias, distribuídas pelas cinco regiões do município de São Paulo. Foram pesquisados 58 medicamentos, sendo 29 de referência e 29 genéricos.


Bauru tem maior variação no Interior

O órgão realizou a mesma pesquisa em 12 cidades do Interior paulista. Bauru registrou a maior variação de preços, tanto entre os medicamentos genéricos (1.143%, para o Paracetamol), quanto nos de referência (354%, para o Dexason).

A média dos preços dos genéricos em comparação aos de referência teve sua maior diferença (57,03%) detectada em São José dos Campos. A menor diferença foi encontrada em Presidente Prudente, 44,46%.

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