Economia & Negócios

Sebrae: como licenciar produtos para Copa

Larissa Meira
| Tempo de leitura: 4 min

As cores da bandeira brasileira já ganham vida em baldes de gelo, porta-garrafas e porta-latinhas. Empresa do interior de São Paulo, a Alumiart Falcão conseguiu licenciamento da FIFA para fabricar produtos oficiais para a Copa das Confederações e a Copa do Mundo da FIFA 2014. O direito de produzir as mercadorias foi conquistado junto à Globo Marcas, licenciadora oficial dos dois eventos esportivos.

Para orientar e esclarecer dúvidas dos proprietários de pequenos negócios sobre o processo de autorização para produção e comercialização de produtos oficiais, o Sebrae promove a segunda edição do Papo de Negócio Sebrae 2014, de 17 a 24 de maio.

O Papo de Negócio funciona como uma entrevista coletiva pela internet. Durante o bate-papo, os participantes assistem a um vídeo de apresentação de cada convidado e enviam perguntas.

Nesta edição, as dúvidas mais votadas pelos participantes serão respondidas pelo diretor do departamento comercial da Alumiart Falcão, Roberto Haron Filho, e pelo executivo comercial da Globo Marcas, Rodrigo Costa Pereira.

“O Papo de Negócio é uma ferramenta abrangente e dinâmica que esclarece dúvidas e aproxima os pequenos negócios das grandes oportunidades verificadas nesses eventos esportivos.

A Copa das Confederações e a Copa do Mundo representam ganhos para todos os portes de empresários”, destaca o gerente de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, Paulo Alvim.

A primeira versão do bate-papo virtual contou com a participação de mais de 2,5 mil pessoas, que receberam orientações sobre as oportunidades da Copa das Confederações.

A edição de junho trará convidados para debater sobre as empresas que já estão lucrando com a Copa e, em setembro, o bate-papo vai abordar os resultados alcançados com a Copa das Confederações. Na edição de outubro, os empresários poderão esclarecer dúvidas sobre a preparação para a Copa de 2014. O último Papo de Negócios, em novembro, vai orientar os participantes a fazer negócios durante os eventos.

 

Melhoria contínua: Gestão da energia mental

Gandhi, líder pacifista indiano, 1869 a 1948, dizia: “Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas palavras; mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se atitudes; mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus hábitos; mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores; mantenha seus valores positivos, porque seus valores tornam-se seu destino.”

Nessa linha de raciocínio, por sua vez, Buda (563 a.C. a 483 a.C.), filósofo, professor e líder espiritual no Himalaia, deixou a seguinte mensagem: “A lei da mente é implacável. O que você pensa, você cria; o que você sente, você atrai; o que você acredita, torna-se realidade”.

Ambos deixaram o seu recado sobre a importância da gestão da energia mental, que é constituída de três ingredientes: pensamento, sentimento e vontade. Trata-se de um dos grandes poderes que todo ser humano tem gratuitamente. E, talvez por ser gratuito, não é valorizado. O capitalismo, no seu ímpeto de precificar tudo, contribui para que percamos a noção da importância dessa riqueza que possuímos.

As religiões do bem acertam quando afirmam a importância de vigiar os pensamentos e sentimentos, uma vez que é por aí que as tentações penetram e influenciam o indivíduo.

A primeira etapa do “vigiar” é o autoquestionamento, que por sua vez também é o primeiro passo da Gestão da Energia Mental. Mas aí surge outro problema. A grande maioria das pessoas não foi educada para perguntar. São poucas as escolas que ensinam a perguntar. Que me lembro não fiz prova escolar alguma onde as respostas viessem prontas e tivesse de elaborar perguntas. Todas foram para responder. Por outro lado, algumas religiões não permitem determinadas perguntas. Por sua vez, aqui no Brasil, a ditadura militar não permitiu determinados questionamentos. Em resumo, fomos preparados para responder. Somos respondedores. Na dúvida, meça quantas perguntas versus respostas você faz diariamente.

Sempre é bom lembrar o filósofo grego Sócrates, visionário que foi acusado de corromper os jovens com a sua filosofia, que trazia nas entrelinhas a arte de perguntar, mas devido a isso, foi obrigado a tomar veneno.

Com isso, surge uma pergunta: se não fomos educados para perguntar, como é que conseguiremos fazer o autoquestionamento? O ideal seria realizar constantemente perguntas do tipo: Esse pensamento tem lógica? Quais são os riscos de escolher isso? Quais são as probabilidades disso ocorrer? Quais serão as consequências dessa escolha? Esse pensamento é útil?

Os orientais sugerem concentrar-se no que há de positivo em sua vida, pois aquilo em que você se concentra, multiplica-se. Portanto, viva a positividade.

 

Davison de Lucas - consultor e palestrante

 

Comentários

Comentários