Polícia

Polícia nega agressão de aluno no Ernesto Monte

Da Redação
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A Polícia Militar negou, ontem, que o policial deslocado para atender uma confusão entre um aluno e uma funcionária da Escola Estadual Ernesto Monte, anteontem, em Bauru, tenha agredido o adolescente. Conforme o JC publicou, ele foi acusado de dar tapas no rosto de um garoto de 16 anos, que teria ficado zonzo.

“Conversei com os policiais (dois foram encaminhados à escola) e eles disseram que foram até a sala de aula na presença da diretora e da coordenadora. O aluno empurrou o policial e ele apenas o conteve e o conduziu até o fundo da sala de aula. Não houve agressão”, reitera o capitão Samuel Gomes, comandante da 1ª Companhia da PM, responsável pela área onde o policial atua.

O capitão se manifestou apenas ontem porque, na terça-feira, houve um problema com a solicitação de entrevista. O caso aconteceu pela manhã, quando a funcionária foi dar um recado à classe e o aluno teria dito: “vai, diz logo e sai que a gente está em aula”. Na sequência, ela acionou a PM e, pouco tempo depois, a confusão começou.

Outra jovem, que teria repreendido o militar, se envolveu no caso. “Quando eles saíam da sala de aula, no corredor, essa aluna, justamente com os familiares do aluno que já estavam presentes, começou um movimento acusando os policiais. Por esse motivo, ela também foi detida. Foi necessário usar energia, mas sem agressão”, explica o comandante.

O policial em questão foi acusado, segundo relato de testemunhas, de dar bronca na garota para que ela não contasse o que teria visto. O caso foi levado ao plantão da Polícia Civil e será apurado pela PM, que ouvirá todos os envolvidos, como é praxe na corporação.

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