Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr |
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A medida foi anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega |
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou, nesta quarta-feira (12), a retirada do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que incidia sobre o mercado futuro de dólar (derivativos cambiais).
Esse imposto, de 1%, era cobrado sobre o aumento da posição vendida ou a redução da posição comprada dos investidores no mercado futuro. Quando os investidores estão "vendidos" em dólar, significa que eles estão apostando em sua queda ante o real. Quando estão comprados, ocorre o inverso. As variações dessas operações acabam influenciando o valor do dólar no mercado à vista brasileiro.
De acordo com Mantega, o IOF foi adotado para conter a valorização do real, quando havia uma tendência de queda da cotação da moeda americana no mundo. Isso era prejudicial para o comércio exterior brasileiro.
Agora, porém, a recuperação da economia americana está provocando um aumento da cotação do dólar em todo o mundo.
"Agora o cenário mudou. Portanto, não faz sentido manter o empecilho para as operações no mercado futuro", disse ele.
