Prezados senhores vereadores, venho parabenizar a regulamentação da medida que impõe ações mais severas e punitivas aos proprietários de terrenos não edificados que estão sujos. Infelizmente, não são só terrenos, mas ruas, avenidas, etc, pois existem pessoas, que aqui não convêm chamar de cidadãs, que jogam lixo em locais inapropriados. Será que pensam que ele simplesmente sumirá? Depois vem a chuva, a dengue e instala-se a calamidade como está ocorrendo na cidade. Revolto-me em não ver atitudes concretas por parte de nossos políticos para reprimir tais atos. Falta fiscalização, falta mão-de-obra em campo, enfim, falta tudo, mas não leis. Tenho terreno não edificado na cidade. De vez em quando, sou notificado já que por obra do acaso apareceu lixo que eu não gerei em meu terreno. Pergunto-me: será que está brotando? Não, senhores, constantemente alguém joga lixo no local. E como devo agir, já que não posso me responsabilizar por algo que não fiz, a quem devo prestar queixa para que a fiscalização atue preventivamente e não só punindo a quem nada tem a ver com o fato? Curioso é ver que o lixo que brota, como folhas de palmeiras, são idênticas às de alguns vizinhos. Por que não investigar, conscientizar os sujões que residem nos arredores, notificá-los para que, se não forem eles, fiquem de olho e denunciem os culpados, multas em Ufirs, e eles sim que recorram administrativamente e provem que o lixo que ali está não é deles!
Ruy Zuim