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Polícia prende egípcio acusado de matar taxista na Grande SP

Por César Rosati | Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min

Edison Temoteo/Futura Press

O taxista foi morto a facadas há cerca de dois meses; o egípcio Ali Gouba Mohamed confessou o crime

A Polícia Militar prendeu no final da noite deste domingo (16) um egípcio que confessou ter matado um taxista há cerca de dois meses em São Paulo. A prisão aconteceu na rua Borges, no Tucuruvi, zona norte da capital.

De acordo com a PM, policiais que estavam na região suspeitaram do motorista de um táxi e resolveram parar o veículo. Após consulta, foi verificado que o carro estava com a placa adulterada.

O condutor do veículo era Ali Gouba Mohamed. Logo após a abordagem, ele confessou aos policiais que teria matado o taxista dono do carro há cerca de dois meses e enterrado seu corpo em um terreno baldio, na rua Manuel de Oliveira Ramos, em Ferraz de Vasconcelos.

No local a polícia encontrou, há 20 dias, um corpo com as mesmas características descritas por Ali Gouba, porém até hoje ele não havia sido identificado.

Com a confissão do egípcio, a polícia concluiu que a ossada é do taxista Adriano Lopes da Fonseca, desaparecido desde o dia 21 de maio, quando atendeu a um chamado do aeroporto de Congonhas.

De acordo com o soldado Denis Sousa Vaz, que prendeu o estrangeiro na noite de ontem, o egípcio marcou um encontro com o taxista dizendo que precisava de seus serviços, pois voltava de uma viagem.

"Ele pediu o táxi para seguir até Ferraz de Vasconcelos. Quando chegaram ao destino o homem matou o taxista com uma faca", explicou Vaz.

A arma usada no crime foi encontrada dentro do carro roubado pelo egípcio, que mora no Brasil há três anos. A faca, segundo os policiais, ainda estava suja de sangue. O caso foi registrado no 73º DP (Jacanã).

 

 

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