Polícia

Vítimas de acidente seguem internadas

Bruno Freitas com Marcele Tonelli
| Tempo de leitura: 2 min

As outras duas vítimas do acidente que matou dois irmãos na noite de sexta-feira (21) na rodovia João Baptista Cabral Rennó (SP-225), a Bauru-Ipaussu, seguem internadas em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base.


De acordo com a mãe de uma das vítimas, Maria Vilma Gaudencio, o casal de namorados Laura Cristina Gaudêncio, 19 anos, estudante de engenharia química na Universidade Federal de São Carlos (UFScar) e Luiz Gustavo Gimenes, 22 anos, estudante de engenharia elétrica na Universidade Estadual Paulista (Unesp), estão em coma induzido por conta da gravidade das lesões resultadas pelo impacto da batida entre os dois veículos. “O estado é grave, mas eles estão estáveis e reagindo. Os médicos conseguiram conter a hemorragia dela”, acrescenta a mãe da jovem.


Segundo ela, o casal de namorados estava a caminho de uma festa surpresa a uma amiga de Laura no Lago Sul quando o acidente aconteceu.


Um Gol, com placas de Paulistânia, e um Vectra colidiram anteontem à noite lateralmente na Bauru-Ipaussu próximo do quilômetro 239, entre Bauru e Piratininga, que se encontra em obras de duplicação. Duas pessoas morreram: Valdemir Pereira de Souza, 44 anos, e o irmão, Valdecir, 51 anos. “Eles moravam em Pederneiras, mas voltavam de Paulistânia, onde eu vivo”, contou a namorada de Valdemir, Edna Luz.


A batida foi tão forte que o Vectra rodou por cerca de dez metros na pista. Nele, estavam os feridos. As vítimas fatais, que sofreram fraturas múltiplas, estavam no Gol dirigido por Valdemir. Foram a 26ª e a 27ª mortes no trânsito de Bauru este ano.


Em uma semana, Bauru teve quatro mortes no trânsito. Na quarta-feira, dois acidentes distintos envolvendo motocicletas mataram os jovens Gregory Derik de Souza, 23 anos, e Wellington Américo Dias, 21 anos, dentro da cidade.


O trecho onde ocorreu o acidente tem um trevo em nível, mas desde o ano passado a rodovia está em obras de duplicação com construção de um viaduto na frente do condomínio para acabar com o cruzamento que obriga os motoristas a cruzarem a pista.

 

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