WIMBLEDON
Começou ontem, em Londres, o torneio de Wimbledon e já com uma grande zebra. O espanhol Rafael Nadal foi derrotado pelo belga Steve Darcis. O resultado favorece o suíço Roger Federer que poderia encontrar o espanhol nas quartas de final. Sem Nadal, os favoritos são: o sérvio Novak Djokovic, o britânico Andy Murray e Federer, que busca seu oitavo título no torneio. O francês Jo-Wilfried Tsonga e o tcheco Tomas Berdych, podem surpreender. No feminino, se a americana Serena Willians não sofrer contusão deve ser campeã pela 6ª vez. No ano passado Nadal perdeu na segunda rodada de Wimbledon. Depois daquele jogo ficou sete meses sem jogar se recuperando de problema no joelho.
BRUNO SOARES
A dupla formada pelo mineiro Bruno Soares e o austríaco Alexander Peya, foi a campeã no ATP 250, disputado em Eastbourne (Inglaterra), e encerrado no último sábado. Sem ter o sucesso que gostaria em simples, Bruno se dedica apenas às duplas e tem alcançado grande sucesso. O título em Eastebourne é o 4º em 2013 e o 14º na carreira. Ao lado de Peya, forma, atualmente, a segunda melhor dupla do mundo. Com 31 anos de idade, Bruno já ganhou US$ 1,6 milhão (R$ 3,6milhões), só em prêmios.
ENTEVISTA POLÊMICA
Em recente entrevista, o tenista francês Gilles Simon, 17º do mundo, criou certa polêmica ao comentar sobre os jogadores “top”, principalmente o espanhol Rafael Nadal e o suíço Roger Federer. Disse que, quando Federer perde, não costuma reconhecer que o adversário foi melhor. Segundo Simon, o suíço se sente tão superior ao adversário, que se recusa a usar uma tática que não é de seu agrado. Contra Nadal, por exemplo, Federer insiste em jogar o tempo todo no “forehand” (direita para destros) do espanhol, onde ele é mais forte. Sobre Nadal, Simon comenta que ele é o jogador mais respeitado pelos tenistas, seguido por Federer, mas que sua crítica é que, quando o espanhol vai enfrentar, por exemplo, o 100º do mundo, se faz de coitado e diz que não é o favorito, mesmo em quadras de saibro.
ANDRÉ X PEDRO
Os bauruenses André Cury e Pedro Scocuglia se enfrentaram na última sexta-feira, em partida exibição, realizada em Vitoria (ES), denominada de desafio do “Tai Motors de Tênis”. Depois de 1h30 de jogo, André foi o vencedor, com parciais de 6/3 e 7/6. A partida, que teve lances empolgantes para o público, foi transmitida, ao vivo, pelo jornal online “Folha de Vitória”.
VICE-CAMPEÃO
No torneio federado, realizado no último final de semana na Academia Tennis Hill, em São Paulo, Carlos Salzedas (Projeto-Imóveis) foi vice-campeão, na categoria 55MB. A derrota do bauruense, na final, para o paulistano Oscar Bombonatti, foi por W.O, pois compromissos particulares impediram que Carlão comparecesse para jogar.
DICA
Apertar demais o cabo da raquete, dá a falsa impressão de maior controle nas batidas, e gera fadiga prematura dos músculos do braço, além de perda de potência e coordenação na execução dos golpes. Alguns empunham o cabo da raquete com moderada força, outros de maneira bem leve. Em resumo, existem três maneiras (força) para segurar o cabo da raquete e cada uma delas tem suas consequências: 1-Com muita força, os músculos se contraem e resultam em fadiga prematura e também faz com que o “swing” (terminação do movimento) fique curto. Pode também ocasionar o “tennis elbow” (inflamação e dor no cotovelo). 2- Com força moderada, que é o ideal, dá força, fluidez e controle, o que é estabelecido pela contração suficiente do músculo para bater na bola. Permite apertar e soltar o cabo da raquete dependendo do tipo de golpe. 3- Com pouca força, em que alguns, que preferem essa maneira antes de sacar, chegam a segurar a raquete usando apenas dois ou três dedos até o contato com a bola, afirmam ganharem mais potencia, pois o pulso fica mais solto. Segurar a raquete com pouca força, facilita também na execução de “drop-shots’’ (curtinha), voleios curtos ou em qualquer outro golpe em que você queira reduzir o “peso” ou a velocidade da bola.
REGRA
Em uma partida de duplas, quando o jogador que iniciou o set devolvendo no lado direito da quadra, pode, por opção dele, devolver o saque do lado esquerdo? Apenas no inicio do set seguinte ou no inicio do “Super Tie-break” (algumas partidas, quando empatadas em 1 set a 1, não se joga o terceiro e decisivo set, mas sim o Super Tie-break, vencido por quem primeiro atinge 10 pontos, com diferença de pelo menos 2 sobre o adversário). Isso vale também para alternar a ordem dos sacadores.
CURIOSIDADE
No complexo onde se realiza o torneio de Wimbledon, em Londres (em andamento), apenas a quadra central é coberta, e isso é um problema, porque lá chove com frequência. Nas demais quadras, em caso de chuva, capas de material translúcido e pesando 1 tonelada, são estendidas. O tempo para estender a tal capa varia entre 22 a 28 segundos, e para chegar a esse tempo, 17 pessoas fazem o serviço, em cada quadra. Todo esse cuidado é necessário porque a grama, estando seca, já deixa o jogo bastante rápido, encharcada então, além de tornar o pique da bola rapidíssimo, fica escorregadia e perigosa.
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