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Economia do setor em maio mais que dobra e fica em R$ 5,7 bilhões

Folhapress
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Impulsionada por receitas extraordinárias, a economia do setor público para pagar juros da dívida (superavit primário) somou R$ 5,681 bilhões em maio, mais que o dobro do saldo do mesmo mês do ano passado (R$ 2,653 bilhões).

O valor equivale à economia dos governos federal (R$ 5,2 bilhões), estaduais e municipais (R$ 1,2 bilhão), menos o deficit de parte das estatais (de R$ 790 milhões).

Apesar do bom resultado do mês passado, o superavit registrado de janeiro a maio deste ano (R$ 46,7 bilhões) é menor do que o saldo do mesmo período de 2012 (R$ 62,9 bilhões).

Em 12 meses, o superavit acumulado é de R$ 88,8 bilhões, ou 1,95% do PIB (Produto Interno Bruto). A promessa do Ministério da Fazenda é que a taxa suba para 2,3% do PIB até dezembro.

Mesmo não tendo mais a obrigação legal de cobrir o resultado primário de Estados e municípios, caso eles não cumpram sua meta no ano, a Fazenda se comprometeu a fazê-lo, se necessário.

A arrecadação federal em maio foi impulsionada por receitas extraordinárias no valor de R$ 4 bilhões, sendo R$ 3 bilhões de impostos sobre a mega oferta de ações do BB Seguridade, subsidiária do Banco do Brasil, e R$ 1 bilhão em depósitos judiciais de uma única empresa.

 

 

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