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Cerca de 700 médicos e gays fazem manifestação no centro do Rio

Folhapress
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Cerca de 700 pessoas, de dois grupos distintos de manifestantes, ocupam a avenida Rio Branco, uma das principais vias do centro do Rio, no início da noite de ontem.

O mais numeroso, com 400 manifestantes segundo a PM, é da comunidade LGBT, que se reúniu ontem no Dia Mundial do Orgulho LGBT.

Eles se concentravam desde as 16h na Candelária e começaram a rumar em direção à Cinelândia (ambas praças do centro do Rio), caminhando pela Rio Branco a partir das 18h.

Esse grupo está sob escolha de 20 PMs e um carro da Guarda Municipal. A pauta de reivindicação inclui protesto contra o projeto em trâmite no Congresso sobre a “cura gay” por meio de tratamento psicológico e contra a homofobia.

Um dos principais alvos do protesto é o pastor e deputado Marco Feliciano (PSC), presidente da Comissão de . Alguns políticos aparecem na concentração para dar apoio ao movimento. Um deles foi o secretário de Ambiente do Rio, Carlos Minc.

Quando esses manifestantes já caminhavam pela Rio Branco, outro grupo à frente também ocupava a avenida. Os dois protestos mantêm-se, porém, distantes entre si.

O primeiro grupo que vinha à frente era formado por profissionais da saúde, como enfermeiros, fisioterapeutas e outros. Eles traziam muitos cartazes pedindo o veto da presidente Dilma  a chamada lei do ato médico.

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