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Fórmula 1: pole para inglês ver


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Pela primeira vez desde 2007, Lewis Hamilton conquistou uma pole position diante de sua torcida, em Silverstone. O piloto da Mercedes anotou ontem a melhor volta na sessão que definiu o grid de largada do GP da Inglaterra, oitava etapa do Mundial de F-1, que acontece hoje, às 9h (de Brasília).

“A torcida sem dúvida faz uma grande diferença. Cheguei aqui com uma dose extra de motivação e queria retribuir o apoio”, disse Hamilton, que deixou a McLaren no fim do ano passado para se transferir para a Mercedes.

“Esta volta foi para eles. Sinto-me como em 2007 e realmente espero que na corrida a gente possa mais uma vez dar um presente para a torcida”, completou Hamilton, que viu sua escuderia conquistar cinco poles nesta temporada, mas vencer somente uma corrida, o GP de Mônaco, com Nico Rosberg.

Esta foi a 28ª pole position a carreira do piloto inglês, a segunda neste campeonato.

Com a segunda posição conquistada por Nico Rosberg, a Mercedes fechou a primeira fila de um GP pela terceira vez nesta temporada.

Apesar de ter se classificado apenas na terceira posição, Sebastian Vettel, da Red Bull, disse não estar muito preocupado para a corrida.

“A Mercedes mais uma vez esteve em outro mundo durante a classificação. Mas sabemos que os pontos a gente só ganha aos domingos e as últimas corridas foram muito boas para nós”, disse Vettel, que lidera o Mundial.

Segundo na classificação do campeonato, Fernando Alonso sai apenas na décima colocação. Seu companheiro de Ferrari, Felipe Massa, larga em 12º na corrida de hoje.

 

 

Massa fala em ‘tempo perdido’

Felipe Massa teve que se contentar com o 12º lugar no grid de largada. Eliminado na segunda parte do treino classificatório, o brasileiro da Ferrari acredita que o problema do mau desempenho deve-se ao tempo perdido com os problemas que tem enfrentado em Silverstone - ele bateu no segundo treino livre de sexta-feira e deu poucas voltas na sessão que antecedeu a qualificação por ter que trocar o motor. “Nosso carro não está bem, não está rápido. Se não fizesse uma volta perfeita, seria complicado passar para o Q3. As voltas que eu perdi complicaram a chance de fazer uma volta perfeita”, analisou.

 

 

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