Técnicos do DAE constataram, na manhã de ontem, que mais um reservatório da autarquia foi alvo de ataque. A Unidade de Reservação Lotes Urbanizados, localizada na rodovia Bauru-Iacanga, teve a entrada de energia e o painel de comando danificados, além de cabos e equipamentos elétricos furtados. Em decorrência do ato de vandalismo, o abastecimento nos bairros Bauru I, Quinta da Bela Olinda, Bauru 2000, Pousada da Esperança I e II, Vila São Paulo e Nova Bauru será prejudicado.
A equipe da eletromecânica do DAE está no local para realizar os reparos necessários nos equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa da autarquia, diante da complexidade dos procedimentos que serão executados, os serviços deverão perdurar até hoje de manhã.
De acordo com a Divisão de Produção e Reservação de Água da autarquia, a previsão de normalização da distribuição de água nos bairros afetados deverá acontecer somente hoje à noite.
“O DAE lamenta esses atos contra o patrimônio público municipal, solicita economia de água aos consumidores dessa região e disponibilizará, caso necessário, caminhões-pipa através do 08007710195, que recebe ligações apenas de telefone fixo, ou 3235-6140 para ligações feitas por aparelho celular”, informa trecho da nota.
USF
A Unidade de Saúde da Família (USF) da Vila São Paulo voltou a normalizar os serviços ontem à tarde, após o furto de fios de energia elétrica durante a noite da última segunda-feira.
A ocorrência prejudicou os serviços de vacinação, odontologia e o atendimento espontâneo – em que o usuário procura a unidade sem hora marcada. Cerca de 200 pacientes são atendidos diariamente na unidade.
A reposição dos 30 metros de cabos que foram furtados durante a noite de segunda-feira já foi feita e, apesar de o furto ter prejudicado a energia elétrica do local, não houve perda de vacinas nem de outro tipo de material.
A unidade não possui vigilância noturna nem gerador elétrico, somente sistema de alarme, que não foi acionado durante o crime.
O caso traz à tona o constante furto de fios em Bauru para a posterior comercialização. Vendidos de mão em mão, em bocas-de-fumo, ferros-velhos e até mesmo feiras, os cabos furtados servem de moeda de troca para o consumo de drogas de quem os vende.