Economia & Negócios

Bovespa sobe 1,4% e tem maior pontuação em 37 dias; dólar comercial cai a R$ 2,24


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Após uma breve interrupção, a Bovespa voltou a operar e fechar em alta ontem, influenciada principalmente pela zeragem de posições vendidas em mercado futuro. Esse movimento acabou influenciando a alta do índice à vista, que também sentiu o efeito das compras em Petrobras.


O Ibovespa terminou o dia com valorização de 1,43%, aos 49.066,75 pontos, maior nível desde 18 de junho passado (49.464,94 pontos). Na mínima, registrou 48.007 pontos (+0,76%) e, na máxima, atingiu 49.123 pontos (+1,55%). No mês, acumula ganho de 3,39% e, no ano, perda de 19,50%. O giro financeiro totalizou R$ 5,998 bilhões.


Petrobras PN subiu 2,75%, influenciado por recomendação de compra pelo Credit Suisse. A ação ON da estatal também teve ganho, de 1,69%.


Vale e siderúrgicas subiram, apesar de a leitura preliminar do índice de atividade industrial (gerente de compras) da China, medido pelo HSBC, ter caído para o menor patamar em 11 meses, intensificando os temores sobre a economia do país.


Vale ON fechou em alta de 1,10%, PNA, de 0,69%, Gerdau PN, +2,08%, Metalúrgica Gerdau PN, +1,81%, Usiminas PNA, +2,36%, CSN ON, +1,43%.


Segundo o chefe de pesquisa da Quantitas Asset Management, Marcel Kussaba, a zeragem de posições vendidas de estrangeiros em contrato futuro acabou influenciando o mercado à vista. O estrategista da Futura, Luis Gustavo Pereira, reforçou a avaliação de Kussaba, ao explicar que os papéis com beta elevado foram destaque de alta, como por exemplo Oi.


À tarde, no entanto, a Bovespa renovou as máximas, seguindo uma melhora em Nova York, depois que o colunista do Wall Street Journal e especialista em Fed, Jon Hilsenrath, afirmou que o Fed deve manter as compras mensais de US$ 85 bilhões em bônus na próxima reunião, nos dias 30 e 31 de julho, mas pode rever os gatilhos de desemprego e inflação.


O Dow Jones fechou com ligeira alta, de 0,09%, aos 15.555,61 pontos, o S&P subiu 0,26%, aos 1,690,25 pontos, e o Nasdaq teve ganho de 0,71%, aos 3.605,19 pontos, influenciado pelo balanço do Facebook.


JUROS


CDB prefixado/30 dias: 8,25%

CDI: 8,22% ao ano


Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (75.575 contratos) marcava 8,76%, igual ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2015 indicava taxa de 9,34%, também idêntica à véspera. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 apontava 10,46%, ante 10,36% anteontem e máxima intraday de 10,56%. O DI para janeiro de 2023 estava em 11,02%, de 10,90% no ajuste anterior e máxima de 11,14%.


OURO


Ouro/grama: R$ 96,80

Variação: alta de 1,47%


Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM &F), o ouro foi cotado a R$ 96,80, com alta de 1,47%. Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,333,80 e fechou em alta de 0,96%. Um onça-troy equivale a 31,1035 gramas.


DÓLAR


Comercial: R$ 2,240

Variação: queda de 0,49%


O dólar comercial encerrou o dia de ontem negociado a R$ 2,238 para compra e a R$ 2,240 para venda, com queda de 0,49%. O dólar turismo encerrou o dia cotado a R$ 2,160 na compra e a R$ 2,367 na venda, com variação estável%. O dólar paralelo foi negociado a R$ 2,24 na compra e a R$ 2,39 na venda, com variação estável.

 

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