Tribuna do Leitor

Bons resultados do nosso papa


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A "Jornada Mundial da Juventude" (JMJ) reuniu jovens de diversos países e poderia atrair e desalojar de nossas "cracolândias" os muitíssimos milhares de jovens, que se voltam cada vez mais às drogas, aos crimes e a badalações nocivas.

O Brasil, que ainda é o maior celeiro católico do mundo, após a decadência da religião na Europa e noutras plagas, assim tornou-se urgente parar o decréscimo ocorrente em nossa Pátria.

Nos últimos 20 anos, houve perda média de 40% de católicos para as igrejas cristãs, mesmo com a amenização promovida pelos movimentos carismáticos, capitaneados por alguns padres, em destaques (superstars), como o padre Marcelo, o padre Léo de outrora, o posterior padre Fábio de Melo e alguns outros na mídia.

O papa Francisco surge também como a grande solução para os sérios problemas da igreja, além da corrupção das finanças, as sexuais e de poder. O mundo tem admirado a sua singeleza e magia pessoal, que aqui foram experimentadas por nossa elite social: políticos, músicos, autoridades, atletas e outros que foram selecionados, que puderam sentir muito bem o poder que todos os ícones do mundo exercem sobre todos nós.

Por conta disso (influência), temos os dogmas da veneração aos santos, como os nossos ídolos, para a imitação plena de moral e fé, que destoamos somente numa infeliz adoração aos mesmos (é mais fácil!)

Certa mulher tipificou, diante do senhor, nossas atitudes humanas: "Bem aventurado o ventre que o trouxe e os peitos em que mamastes. Mas ele disse: antes, bem aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam (cumprem)" - São Lucas 11.27,28.

O auto engano, loas, bajulação, apologia e as formalizações da própria igreja tendem a cercear os objetivos desse bom papa, Jorge Maria Bergóglio, que vencerá os imbróglios de alguns insolentes à sua volta, que não o miram como exemplo a segui-lo, mas apenas como um tipo ou figuração ao mundo.

E a questão daqui, de uma igreja multimilionária, que prega os céus para os pobres, versus a pregação de prosperidade pelos evangélicos, para com esses mesmos pobres. As ambiguidades de uma pseudo evangelização normal da igreja e o atrativo "Evangelho" dos bens terrenos pelos cristãos em nome de um Deus, sem compromisso com próprio (Deus) resultando na religião pela religião e na igreja pela igreja unicamente. Um equívoco espiritual (ou material filosófico) que o nosso bispo poderá resolver, em Cristo Jesus, o salvador de nossas vidas e almas, comitantemente.

Carlos Roberto dos Santos

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