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Polícia apura se sangue em carro é de pedreiro desaparecido na Rocinha

Folhapress
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A cúpula de segurança do Rio trabalha com a hipótese de que o pedreiro Amarildo Dias, 47 anos, esteja morto. A informação foi confirmada ontem pelo secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame.

Mais cedo, dois filhos do pedreiro estiveram no laboratório de análise da Polícia Civil, no centro, para ceder material genético para o exame de DNA que deve ser confrontado com as marcas de sangue encontradas por peritos no carro da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, na zona sul. A polícia quer saber se o sangue pertence a Dias, desaparecido desde o dia 14, na favela da Rocinha.

A previsão é que o resultado do exame de DNA seja divulgado amanhã. Na semana passada, peritos encontraram manchas de sangue no veículo de número 6014 da UPP da Rocinha. O carro transportou o pedreiro Amarildo Dias.

De acordo com o delegado da 15.ª DP (Gávea) Orlando Zaccone, uma das 80 câmeras instaladas na favela mostram o pedreiro entrando no carro da PM, próximo à rua 2, no interior da comunidade e seguindo para a sede da UPP.

 

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